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MONUMENTO VOTIVO MILITAR BRASILEIRO PISTÓIA - ITÁLIA |
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Um cemitério
criado na região da Toscana, na Itália, permitiu reunir
num único local, com quadras apropriadas e devidamente demarcadas,
os restos dos mortos nos combates do teatro de operações
de guerra italiano. Ao final do conflito, em maio de 1945, havia 443
sepultados nesse local. A
iniciativa partiu do Coronel Oswaldo de Araújo Motta, ajudante
geral da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária,
e do 1º tenente intendente Lafayette Vargas Moreira Brasilini,
comandante do Pelotão de Sepultamento, que providenciaram o "Cemitério
Militar Brasileiro". O objetivo era reunir os restos mortais num
único local, à margem da estrada para Candeglia, numa
das saídas da cidade de Pistóia, na região da Toscana
italiana. Em outubro de 1952 foi criada uma comissão de repatriamento
dos mortos brasileiros sepultados no Cemitério de Pistóia,
o que foi consumado apenas no ano de 1960. Ocorreu, então, uma
das mais emocionantes cerimônias na cidade do Rio de Janeiro,
quando a nação teve a oportunidade de assistir a mudança
dos restos mortais de todos os seus heróis da 2ª Guerra
Mundial. No Aterro da Glória (hoje aterro do Flamengo), foram
sepultados junto ao "Monumento Nacional dos Mortos" da guerra. Em 3 de junho de 1960, Jerônimo Alves Santos foi nomeado o primeiro diretor do Monumento Votivo, cujas obras foram concluídas em 24 de junho e inaugurado em 5 de agosto do mesmo ano. O Monumento é composto de uma plataforma que contém uma pirâmide triangular com as placas inaugurais, um grupo escultórico em homenagem às Forças Armadas, um painel metálico estilizando um engenho aéreo de guerra e duas colunas monumentais, entre as quais encontra-se o túmulo do "Soldado Desconhecido", ponto central de todas as homenagens e solenidades ali realizadas. Segundo Diogo, no patamar térreo se localiza o Museu, já os painéis e a entrada do Mausoléu estão situados no subsolo, contendo 11 quadras com 468 jazigos, onde estão sepultados os brasileiros mortos na 2ª Guerra Mundial, exceto os "Soldados Desaparecidos". Anos mais tarde, nos Montes Apeninos, foram encontrados os restos mortais de um dos soldados brasileiros extraviados. Por decisão unânime dos ex-combatentes, o corpo permaneceu no mesmo local, onde encontra-se o túmulo do "Soldado Desconhecido.
FONTE: |
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Página
Principal - www.anvfeb.com.br
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