Ouçam
a versão original de uma Canção da Cavalaria
Alemã (Prusiana) composta em 1797 por Friedrich Von Schiller
(letra) e Jakob Zahn (melodia) em 1797, quando ainda nem existia a
atual Alemanha. O autor da letra, Schiller, viveu entre 1759 e 1797.
Foi esta Canção que deu origem a Canção
da Artilharia do Exército Brasileiro.
Letra
da Canção da Artilharia
Eu sou a poderosa Artilharia
Que na luta se impõe pela metralha,
A missão das outras armas auxilia
E prepara o campo de batalha
Com
seus tiros de tempo e percussão
Às fileiras inimigas levo a morte e a confusão.
(BIS)
Se montada, sou par da Infantaria,
Nos combates, nas marchas, na vitória!
A cavalo acompanho a Cavalaria,
Nos contatos, nas cargas e na glória
Com
rajadas de fogo surpreender
As vanguardas inimigas e depois retroceder. (BIS)
Quer de costa, antiaérea ou de campanha,
Eu domino no mar, no ar, na terra,
Quer no forte, no campo ou na montanha,
Vibra mais no canhão, a voz da guerra;
Da batalha sinistra a melodia
É mais alta na garganta da Pesada Artilharia. (BIS)
Se é mister um esforço derradeiro
E fazer do seu corpo uma trincheira,
Abraçado ao canhão morre o artilheiro
Em defesa da pátria e da Bandeira.
O mais alto valor de uma nação
Vibra n'alma do soldado, ruge n'alma do canhão. (BIS)
Hurra ! ... Hurra !... Hurra !...
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Canção
da Cavalaria Alemã
(Origem da Canção da Artilharia do Exército
Brasileiro)
Melodia
de: Jakob Zahn, 1797
Letra de: Friedrich von Schiller, 1797 (1759-1805)
1. Wohlauf,
Kameraden, aufs Pferd, aufs Pferd,
Ins Feld, in die Freiheit gezogen!
Im Felde da ist der Mann noch was wert,
Da wird ihm das Herz noch gewogen;
|: Da tritt kein anderer für ihn ein,
Auf sich selber steht er da ganz allein. :|
2. Aus der Welt die Freiheit verschwunden ist,
Man sieht nur Herren und Knechte;
Die Falschheit herrschet, die Hinterlist,
Bei dem feigen Menschengeschlechte:
|: Der dem Tod ins Angesicht schauen kann,
Der Soldat allein ist der freie Mann! :|
3. Des Lebens Ängste, er wirft sie weg,
Hat nichts mehr zu fürchten, zu sorgen;
Er reitet dem Schicksal entgegen keck,
Trifft's heut nicht, so trifft es doch morgen.
|: Und trifft es morgen so lasset uns heut
Noch schlürfen die Neige der köstlichen Zeit. :|
4. Von dem Himmel fällt ihm sein lustiges Los,
Braucht's nicht mit Müh zu erstreben.
Der Fröner, der sucht in der Erde Schoß,
Da meint er den Schatz zu erheben.
|: Er gräbt und schaufelt, solang er lebt,
Und gräbt, bis er endlich sen Grab sich gräbt. :|
5. Der Reiter und sein geschwindes Roß,
Sie sind gefürchtete Gäste!
Es flimmern die Lampen im Hochzeitsschloß;
Ungeladen kommt er zum Feste,
|: Er wirbt nicht lange, er zeigt nicht Gold,
Im Sturm erringt er den Minnesold. :|
6. Warum weint die Dirn' und zergrämt sich schier?
Laß fahren dahin, laß fahren!
Er hat auf Erden kein bleibend' Quartier,
Kann treue Lieb' nicht bewahren.
|: Das rasche Schicksal, es treibt ihn fort,
Seine Ruh' läßt er an keinem Ort! :|
7. Auf des Degens Spitze die Welt jetzt liegt,
Drum froh, wer den Degen jetzt führet,
Und bleibt nur wacker zusammengefügt,
Ihr zwingt das Glück und regieret.
|: Es sitzt keine Krone so fest, so hoch,
Der mutige Springer erreicht sie doch. :|
8. Drum frisch, Kameraden, den Rappen gezäumt,
Die Brust im Gefechte gelüftet!
Die Jugend brauset, das Leben schäumt!
Frischauf! eh der Geist noch verdüftet!
|: Und setzet ihr nicht das Leben ein,
Nie wird euch das Leben gewonnen sein! :|
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Tradução
da Canção da Cavalaria Alemã
Wohlauf Kameraden aufs Pferd, aufs Pferd! 1797
(Pois bem Camaradas, a cavalo, a cavalo!)
1.
Avante camaradas, a cavalo, vamos à batalha, a liberdade!
Na batalha um homem ainda tem o seu valor,
Ainda pesa um coração forte.
Ninguém toma o seu lugar, ele mesmo precisa lutar.
2. A liberdade
sumiu do mundo, só vemos senhores e escravos,
A falsidade domina, e a traição, entre a humanidade
covarde.
Só aquele que sabe arrostar a morte,
O soldado é o único homem livre
3. Os temores da
vida, ele os perdeu, nada mais tem a temer,
ele cavalga de encontro ao destino sem medo,
Se não me acertam hoje, acertam amanhã:
E se me acertarem amanhã, vamos aproveitar ainda hoje
o resto dos tempos Felizes.
4. A sua sorte
lhe cai do céu, não precisa buscá-la
arduamente:
O escravo a busca no seio da terra, julgando achar um tesouro.
Ela cava e labuta enquanto viver,
Até cavar por fim sua própria sepultura.
5. O cavaleiro
e seu cavalo veloz, são hospedes temidos:
As luzes brilham no castelo em festa, sem convite ele comparece.
Ele não pede muito, nem paga com ouro,
Num ataque ele conquista seu prêmio.
6. Porque chora
a moça, e se atormenta? Deixe que vá, deixe-o
ir!
Na terra ele não tem paradeiro, não consegue
ser fiel no amor.
O destino leva-o sempre em frente,
Ele não conhece tranqüilidade.
7. O mundo repousa
agora nas pontas das espadas,
feliz quem as conduz!
E permanecei fiéis e unidos, que dominareis a sorte
e vencereis.
Nenhuma coroa está tão alta e firme,
Que em pretendente corajoso não a alcance.
8. Por
isto, camaradas, encilhemos o alazão,
Arejemos o peito na batalha!
A juventude é audaz, a vida ruge em nós,
Avante, antes que ela nos abandone.
E se não arriscarmos a vida, jamais poderemos ganhá-la!
(Tradução:
H. Sattler)
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FONTE:
Cel Bayardo Vellozo JACOBINA, Ex-Comandante do 1º
R C Mec
2º Sgt Demetrius Moreira - Relações
Públicas - ANVFEB - Seção Regional de
Resende

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