Nota:
O diploma apresentado está assim redigido:
“Soldado do 11º R.I – José Gonçalves
de Lima. O soldado José Gonçalves de Lima, da C.C.P.
III, ainda em Bombiana, Itália, quando a sua Cia. se encontrava
na defensiva, os Pelotões muito separados, como soldado de
reserva, foi designado, cerca de 20 horas do dia 30 de novembro,
para reconstruir uma linha telefônica do Pel. de metralhadora
bastante longe das posições. Ao encontrar a parte
rebentada, procurou reconstituí-la juntamente com um companheiro,
quando notou que mais adiante havia uma derivação
que se dirigia para o lado do inimigo; puxou essa derivação
e foi surpreendido com uma reação de extremidade oposta.
Diante dessa reação, o companheiro do soldado Lima
correu deixando a arma, enquanto ele, sem perder a calma, cortou
a derivação, reconstituiu a linha e conduziu o fuzil
do companheiro que o abandonara. No ataque a Montese nos dias 14
e 15. IV.45, deu prova de coragem e espírito de sacrifício,
ficando por mais de 20 horas sob bombardeio, mantendo a ligação
por rádio com o Comando da Cia.”
FONTE:
Do livro "Histórias de Pracinhas" Contadas por
eles mesmos
Autor: Vet Maj Álvaro Duboc Filho
Matéria
gentilmente enviada por
Zenaide Duboc
Filha do Vet Maj. Álvaro Duboc Filho
(Colaboradora do site)